Em agosto de 2023, Amanda Vettorazzo e Arthur Scarance dirigiram-se à Pontifícia Universidade Católica (PUC) para gravar e registrar as opiniões das pessoas sobre o tema do aborto. Após alguns minutos de filmagem, foram surpreendidos por um grupo de indivíduos de esquerda que começaram a intimidá-los, empurrá-los e gritar frases como “fora fascista” e “recua fascista”, além de proferirem outros xingamentos e agressões. Após esse ocorrido, diversos internautas de esquerda publicaram em suas redes sociais palavras e xingamentos em apoio à expulsão e às agressões realizadas pelos esquerdistas na PUC, deixando evidente a preferência pela ofensa e agressão em detrimento do diálogo.

Em agosto, no mesmo dia em que Amanda Vettorazzo foi xingada e expulsa da PUC, ela e Arthur do Val participaram de uma manifestação contra a Rota de São Paulo, que contou com cerca de 100 pessoas no centro da cidade. Ao tentar questionar os motivos da manifestação, Arthur foi covardemente agredido com um soco no rosto, enquanto Amanda foi empurrada e teve seu cartaz rasgado por uma militante presente no local.

No dia 20 de outubro de 2023, a fachada da residência de Amanda Vettorazzo, localizada em Taboão da Serra, na Grande São Paulo, foi pichada com frases ofensivas e mensagens pró-Palestina. Nos muros da casa, foram escritas palavras e frases como “Palestina Livre”, “Fascista” e “Tudo é visto”, em tom de ameaça, além do símbolo do anarquismo. As câmeras de segurança capturaram a ação, que foi realizada por um rapaz encapuzado e durou cerca de dez minutos. Naquele dia, Amanda estava viajando a trabalho, e sua mãe estava sozinha em casa. O criminoso depredou a residência pelo simples fato de Amanda ser de direita. Mesmo diante dessa ameaça, ela não recuou e continuou seu trabalho, defendendo seus valores e uma São Paulo melhor.

Após alguns meses da pichação em sua residência, no dia 31 de janeiro de 2024, criminosos invadiram a casa de Amanda Vettorazzo. No momento da invasão, Amanda não estava presente, mas sua mãe e sua tia-avó estavam na residência. Ambas foram amarradas, amordaçadas e arrastadas até o escritório no segundo andar. Em seguida, os criminosos foram diretamente ao quarto de Amanda, reviraram tudo, mas não levaram nada de valor, apenas diversos documentos.

Apesar do transtorno e do susto, a mãe e a tia-avó de Amanda ficaram bem. Juntas, foram à delegacia para registrar o ocorrido e garantir que os criminosos fossem identificados e punidos. Este foi mais um ato de intimidação contra Amanda. Depois do ocorrido, ela se mudou, mas seguiu firme em sua missão, defendendo seus princípios e batalhando por uma São Paulo mais justa.

Mesmo com imagens do ocorrido, a perícia da polícia local e o boletim de ocorrência divulgado nas redes sociais de Amanda Vettorazzo, alguns influenciadores, como Tiago Santinelli, criaram vídeos e postagens alegando que tudo foi forjado com o intuito de o MBL se autopromover e espalhar Fake News. Amanda relata que ficou triste e aborrecida ao ver essas publicações, pois, além de lidar com um acontecimento tão grave que afetou sua família, ainda teve que enfrentar falsas acusações sobre o ocorrido.

A coordenadora do MBL, Amanda Vettorazzo, foi ao estádio Neo Química para questionar sobre a agressão contra mulheres. Durante a gravação, um homem interrompeu com xingamentos e ofensas, agredindo-a com um tapa na mão. Após o ocorrido, Amanda chamou a polícia e foi ao 24º Distrito Policial (DP). Isso ressalta que alguns membros da esquerda não permitem diálogo e recorrem à agressão.