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CONHEÇA AMANDA

História De
Amanda Vettorazzo

CONHEÇA A HISTÓRIA DE AMANDA VETTORAZZO

Como Tudo Começou

Vim de família italiana, tenho dupla cidadania, sou filha da Marly Vettorazzo, minha grande apoiadora na trajetória de vida e na atividade política. Apesar de nascida no município de São Paulo, fui criada em Taboão da Serra, com matrícula número 01 no Colégio Adventista de Taboão da Serra. Passei toda a minha infância e adolescência na mesma escola e na mesma sala.

Saindo da escola, resolvi cursar Relações Públicas na Faculdade de Belas Artes, mas não concluí a faculdade, por condições financeiras. Minha mãe foi a única com quem pude contar todos esses anos e não tenho qualquer familiar na vida política. O questionamento é comum.

Fui modelo durante a adolescência e início da vida adulta. Trabalhei no Salão do Automóvel e fiz participação na rede de televisão MTV e no grupo O Boticário. Também sai em capa de revistas de moda adolescente e participei de um clipe da banda Capital Inicial. Cursei teatro no Teatro Escola Macunaíma e participei de diversas peças.

Fui chamada pra trabalhar nos Estados Unidos, em um circo mexicano itinerante, lá desenvolvi  meu espanhol e inglês. Fiquei fora entre 2009 a 2011, e como bailarina, passei em mais de 60 cidades, como Nova York, Chicago, Washington e Los Angeles. Este período me definiu politicamente e foi quando me identifiquei com as ideias liberais, as quais defendo hoje aqui no Brasil.

De volta ao meu país, decidi cursar fotografia e voltei ao trabalho junto com a minha mãe, em uma empresa que tínhamos construído antes mesmo da minha trajetória nos Estados Unidos. Também abri um restaurante. Aconteceu que eu me envolvi, pouco tempo depois, com dedicação à causa animal, em razão de um trabalho voluntário indicado por um amigo dos tempos de escola. Este caminho me levou à política e ao ativismo.

Auxiliei nos trabalhos em prol do Centro de Controle de Zoonoses de Taboão da Serra, que naquela época passava por situações precárias, com carência de funcionários e veterinários. Fiquei convencida de que eu podia fazer a diferença.

Na luta por melhores condições para os animais do CCZ de Taboão da Serra, bati na porta do Prefeito da cidade, por intermédio de um vereador, conhecido de uma das voluntárias no trabalho ao CCZ. Após a perseverança no contato com representantes diretos do poder público, felizmente tive sucesso e realizei mutirões, feiras de adoção e movimentos em prol da castração. Aprendi que a castração é pilar da proteção animal, por questão de saúde pública e pela diminuição de animais em situação de abandono.

Com as coisas começando a melhorar na vida dos animais do CCZ de Taboão da Serra, fui em busca de feiras de adoção fora daquele município. A partir daí, conheci figuras importantes que construíram caminhos, como por exemplo o Paulo Mathias, que por ele também participei de palestras de Política Fácil, onde conheci Arthur do Val (Mamãe Falei) e Heni Ozi Cukier.

No ano de 2019 entrei pro Movimento Brasil Livre (MBL), organização criada em 1 de novembro de 2014 que esteve à frente de uma série de manifestações a favor do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e pelo combate à corrupção.

Tornei-me coordenadora do Projeto Locomotiva, projeto este que nasceu em meados de 2021, que como missão visitei cidades parceiras levando projetos liberais aos mandatários das cidades, ao lado de Arthur do Val (Mamãe Falei), Rubinho Nunes e Kim Kataguiri. Em 2022, foi quando me tornei coordenadora nacional do Movimento.

Sou formada em gestão pública e escolhi me pós-graduar em Smart Cities, acreditando que São Paulo é capaz de avançar nos níveis exigidos para se tornar referência de Cidade Inteligente, bem como que a tecnologia é o futuro e pode proporcionar um serviço público mais eficiente.

Formada também pelo RenovaBR, com bolsa, em 2020, através de um extenso processo seletivo, em 2021, fui convidada, entre 150 líderes do Brasil, para uma nova formação. O RenovaBR busca a renovação na política brasileira e foca na formação de novas lideranças que queiram entrar na política.

Saindo da escola, resolvi cursar Relações Públicas na Faculdade de Belas Artes, mas não concluí a faculdade, por condições financeiras. Minha mãe foi a única com quem pude contar todos esses anos e não tenho qualquer familiar na vida política. O questionamento é comum.